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Dicas para mudar de profissão



Quer mudar de emprego? 5 fatores para levar em conta.

Os números em relação ao desemprego crescem cada vez mais, estima-se que atualmente cerca de 13,7 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil. O mercado de trabalho está cada vez mais exigente, o perfil do profissional moderno também passou por reformulações e as empresas se reinventam a todo tempo, buscando no mercado, os melhores profissionais. O que torna a decisão de mudança mais difícil. As organizações exigem profissionais flexíveis, qualificados e que tenham boa capacidade de relacionamento. 
Então, nesse momento de transição em que você está em busca de novas oportunidades, é importante que fique claro quais são os fatores que estão fazendo com que você queira mudar de emprego, uma análise clara da situação atual onde se encontra e aonde pretende chegar, permite com que tenhas clareza no momento de ir em busca de novas oportunidades. 
E para isso vamos te ajudar...elencamos aqui 5 fatores a considerar para mudar de emprego:

A busca do autoconhecimento e Objetivo profissional
Antes de qualquer fator para mudar de emprego, é fundamental que tenha claro quais são seus planos, expectativas, suas metas a curto, médio e longo prazo. O ideal é que tenha claro aonde pretende chegar na sua carreira profissional em cinco anos. Nossa vida é muito complexa e qualquer caminho não serve! Busque o autoconhecimento, preste atenção em si, é uma premissa básica para qualquer tomada de decisão. Depois disso, liste as vantagens e desvantagens da mudança e avalie. Isso vai te ajudar na hora de decidir.
Veja os Salários e Benefícios
O dinheiro é sem dúvidas um fator relevante, mas isso depende a até que ponto ele está atrelado as suas motivações e expectativas. Trabalhar apenas pelo dinheiro, a longo prazo pode não te manter motivado com o trabalho, afetando a sua produtividade. 
Às vezes é necessário dar um passinho para trás (ganhar menos) quando a oportunidade é aquela que te move! Mas outros fatores também devem ser considerados, como os benefícios e carga horária de trabalho.

Veja a Localização e Itinerário
Se o local de trabalho for muito longe deve ver até ponto a localização impacta, se você usa carro deverá analisar os custos com a gasolina se a empresa não oferecer ajuda de custo para locomoção, além disso avaliar se o trajeto tem muito engarrafamento. Caso esteja buscando mudar de emprego por causa da qualidade de vida a distância sem dúvidas deve ser considerado. Um ambiente de trabalho perto pode trazer bem mais conforto.
As possibilidades de Crescimento:
Se sua motivação for busca de ascensão profissional, e você está sempre buscando estudar, é fundamental que pesquise bem a nova empresa na qual possui interesse em ingressar. Assim como na entrevista de emprego a empresa busca o máximo de informações acerca do candidato, o contrário também deve acontecer. Portanto, avalie bem a oportunidade, veja se a empresa tem um plano de carreira estruturado e busque informações sobre os programas de crescimento.
Em tempo de crise econômica, instabilidade financeira, mudar de carreira não é uma decisão tão simples, mas ela pode ser tomada em um momento de muita clareza e de forma consciente. Todo ambiente de trabalho terá seus desafios, e estar em uma empresa que está ao encontro dos seus valores é fundamental para que você tenha qualidade de vida.
Não existe emprego perfeito, mas certamente aquele que apesar das adversidades, ainda te manterá motivado!


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A tecnologia como ferramenta indispensável para a prática pedagógica.




A tecnologia como ferramenta indispensável, para a prática pedagógica.

Palavras chave: tecnologia educacional, interdisciplinaridade, ensino, aprendizagem. Educação a distância (EaD).

1.0 - Introdução
A tecnologia deve fazer parte do plano pedagógico de todas as instituições de ensino. Atualmente os recursos tecnológicos estão em todas as situações de nossas vidas e nas escolas não pode ser diferente. No entanto, é necessário que este avanço seja aperfeiçoado sempre e, principalmente, que os educadores estejam capacitados a desenvolver projetos agregadores a partir do uso da tecnologia, como suporte para as práticas pedagógicas.
Ao partirmos da premissa de que a tecnologia educacional está inserida no âmbito da educação, é necessário esclarecer que ela precisa sofrer um processo de adaptação ao modelo pedagógico vigente, assim como os profissionais da educação precisam se qualificar, para saber manejar as ferramentas tecnológicas, voltadas para a prática pedagógica.
2.0 - Objetivo
O objetivo desse artigo é apresentar os principais conceitos de tecnologia educacional e esclarecer alguns conceitos envolvendo a natureza e o papel da tecnologia, como ferramenta indispensável para a educação.
3.0 – Material e Método

A metodologia utilizada para fazer a pesquisa do tema foi a bibliográfica. Foram usados como base para a elaboração do resumo; revistas científicas, artigos científicos de profissionais renomados na área de tecnologia educacional como: Ana Beatriz Gomes Carvalho, além de documentários, páginas oficiais do Governo e demais sites que tratam do tema.  Por fim, esclarecemos que esta pesquisa tem a intenção de se constituir em um instrumento de reflexão. Não pretendemos ser conclusivos, ou colocar um ponto final nesta abordagem, até porque isso não seria possível, diante de tantas questões que foram surgindo durante essa caminhada. Vislumbramos, sim, novas investigações acerca dessa temática tão instigante.

4.0 – Resultado e discussões.
Das inúmeras ferramentas disponíveis no âmbito da tecnologia educacional, as que compõem o AVA, permitem experiências de ensino e aprendizagem diferentes das presenciais, mas não garantem, por si só, essa diferenciação. Nesse aspecto, o papel do Tutor como mediador é fundamental para que isso ocorra. Além disso, a forma de interação dos alunos no ambiente também é determinante para que o trabalho se configure como uma experiência educacional de qualidade. Assim, compete ao aluno a compreensão de que ele não faz mais parte de um modelo que recebe o conhecimento pronto, mastigado, orientado; mas que, em si mesmo, ele é o próprio construtor do seu conhecimento, cujo desafio é a percepção necessária da própria autonomia, da autodeterminação e da autodisciplina.
5.0 – Conclusão
As tecnologias voltadas para a prática pedagógica, quando bem utilizadas, podem trazer inúmeros benefícios para o ensino e a aprendizagem. Entretanto, não basta apenas utilizá-las de qualquer forma, sem considerar a necessidade de colocar em prática o que foi aprendido através das ferramentas pedagógicas. É preciso considerar as novas tecnologias como essenciais no âmbito escolar, tanto para quem ensina, como para que estão aprendendo a utilizá-las, tornando claro qual o papel da tecnologia, diante do compromisso com a educação e com a qualidade do ensino, e por sua vez atrelados às transformações sociais cotidianas. Seja qual for o grau de ensino, as escolas precisam acordar e incorporar os novos movimentos voltados para a tecnologia educacional em seus cursos ou ficarão estagnadas e condenadas à obsolescência.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALONSO, Ángel San Martín. 1998. O método e as decisões sobre os meios didáticos. In: SANCHO, J.M. (Org.). Para Uma Tecnologia Educacional Porto Alegre.
CARRAHER, David W. 1992. O papel do computador na aprendizagem. Revista Acesso 3, n.5, p.21-30, jan.1992. 
MORAN, José Manuel. 1998. Internet no ensino universitário: pesquisa e comunicação na sala de aula. Interface - Comunicação, Saúde, Educação n.3, ago.1998. 
SANCHO, Juana A. 1998. Tecnologia: Um Modo de Transformar o Mundo Carregado de Ambivalência. In: SANCHO, J.M. (Org.). Para Uma Tecnologia Educacional Porto Alegre: Artes Médicas.
VALENTE, José A. 1993. Diferentes usos do computador na Educação. Em Aberto Brasília, 12, n.57, p.3-16, jan/mar.1993
STRUCHINER, Miriam, REZENDE, Flavia, RICCIARDI, Regina M. V., CARVALHO, Maria Alice P. de. 1998. Elementos Fundamentais para o desenvolvimento de ambientes construtivistas de aprendizagem a distância. Tecnologia Educacional v.26, n.142, p.3 11, jul/ago/set.1998. 



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A neutralidade científica.


Problema:
O problema trata da possibilidade ou não, de se construir um conhecimento científico neutro, ou seja, se é possível atingir uma objetividade na ciência, a ponto de não ter qualquer tipo de influência subjetiva do Sujeito que apreende e busca explicar a realidade. 
Questão norteadora:
É possível se estabelecer um método científico, capaz de minimizar a influência da subjetividade humana no objeto de pesquisa?
Resposta:
Sim, é possível se estabelecer um método capaz de atenuar a subjetividade do pesquisador. Por séculos Filósofos e pesquisadores como Sócrates, Platão, Aristóteles, René Descartes, Jhon Loock, David Hume, Imannuel Kant, Thomas Kuhn, Pooper, se debruçaram em questões como: é possível o conhecimento? quais as possibilidades do conhecimento? quais os limites do conhecimento? A partir desses questionamentos surgiram correntes de pensamento, como os empiristas, racionalistas, positivistas, materialistas...contribuindo para o desenvolvimento da Lógica e consequentemente da Metodologia científica em suas mais variadas vertentes. Atualmente há um certo consenso na acadêmica, com relação aos métodos aplicados em cada área do conhecimento, desse modo dependendo do objeto de estudo e do objetivo da pesquisa, deve-se usar a metodologia de pesquisa mais adequada, para tal fim. Os métodos de pesquisas mais usados atualmente são, a pesquisa bibliográfica, a pesquisa de capo, pesquisa documental, estudo de caso, pesquisa quantitativa, pesquisa qualitativa, entre outras.  

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Ciro Gomes "Democracia participativa"



Acabo de assistir o último discurso de Ciro Gomes antes da votação. No meio de uma multidão ele abre espaço para as perguntas.

Ciro apostando na inteligência do povo, energizando a Democracia participativa e fazendo história.

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Professor Marco Antonio Villa

Ver o Professor Villa, falando soltinho desse jeito, escancara ainda mais, como as opiniões dos "Jornalistas", estão subordinadas aos interesses de seus patrões.

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