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Ciro Gomes: sobre o capitalismo.



"O capitalismo moderno se afirma no consumo de massa e o consumo de massa se afirma na renda".
CFG

-O País se desindustrializando (perdendo complexidade tecnológica).
-50% do orçamento comprometido, para pagar dívida.
- 63 milhões de pessoas com o nome negativado (sem crédito, fora do mercado formal).
- 12 milhões de desempregados. 
- Salário mínimo congelado até 2022.
- Reforma da Previdência depreciando o dinheiro da aposentadoria.
- Benefícios sociais sendo cortados. (Diminuição na transferência de renda)

Renda deprimida = queda no consumo = desemprego. 

Com essas engrenagens paradas, sem uma forte e certeira intervenção do Governo, será muito difícil fazer o motor da economia, entrar em um novo círculo virtuoso. 

O mercado não é capaz de solucionar esse problema sozinho.

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Ciro Gomes: A Venezuela é uma Democracia?

Ciro Gomes considera que as instituições e a Lei brasileira (Lei de Responsabilidade), foram fraudadas em 2016, o que coloca em cheque a legitimidade da Democracia brasileira. Naquele contexto ao afirmar que existe uma Democracia na Venezuela e compará-la com a brasileira, ele estava apenas ironizando o fato de tanto aqui como lá, as Leis e Instituições não estarem sendo respeitadas. 

Parafrazendo 
Se mesmo com todos os indícios de um Golpe de Estado, as pessoas continuam acreditando que a Democracia brasileira, está funcionando normalmente, porque também não acreditar que na Venezuela, mesmo com todos os indícios de um Regime de exceção, a Democracia não esteja também funcionando normalmente?

Pra um bom entendedor...

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Caso precise comprar qualquer mercadoria hoje no valor de R$ 1,00 (um dólar), você precisará de R$4,20 (quatro reais e vinte centavos).
Essa é a maior cifra alcançada, desde o início do Plano Real. 

Se você pretende passar a virada de ano na Disney, o dólar Turismo está cotado à R$ 4,6284.

Aproveite o Litoral brasileiro e venha curtir a queima de fogos em uma das Praias do Nordeste.♡


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A ilustração: O genocídio do negro no País.

Não é contra o Policial, mas sim, contra uma eventual Política de segurança de um Governo. As pessoas não entendem que o Estado possui o monopólio da força e a ele cabe manter a segurança. Ninguém em sã consciência é contra o trabalho do Policial, mas sim aos excessos cometidos. A ilustração apenas está mostrando uma realidade que as estatísticas comprovam. 
É necessário compreender o problema estrutural, que faz com que a grande maioria dos negros, sejam pobres e por consequência morem nas periferias. As manchas de trezentos anos de escravidão, não desaparecem tão facilmente.
Os extremismos só pioram ainda mais as coisas. O bom senso torna-se necessário.

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O que é Neoliberalismo

O QUE É NEOLIBERALISMO?

Como todo termo que nomeia alguma ideia que é um rotundo fracasso, 'neoliberalismo' é um nome rejeitado. É comum quando o usamos, que algum vigarista deboche de seu uso. Na prática, a fórmula mais eficiente de identificar um neoliberal é que ele diz que neoliberalismo não existe. Na teoria, há critérios melhores.

Exatamente como um comunista nega que já tenha existido comunismo no mundo, um neoliberal nega que já tenha havido neoliberalismo. Isso porque ambos são casos extremos que não são possíveis na realidade. Agora, evidentemente, podemos chamar de neoliberal toda política que caminha em direção a essa distopia se distanciando mesmo do liberalismo clássico. E julgá-la por seus efeitos.

Como o nome já indica, o neoliberalismo, termo que estava na moda nos anos 80, pretende ser uma atualização do liberalismo econômico clássico, de Smith e Ricardo. Quando eu fiz economia, atendia pelo nome de "monetarismo".

Ele defende uma radicalização do "laissez-faire" (tradução livre: livre fazer), ou seja, da liberdade de empreender, livrando a iniciativa privada das amarras regulatórias defendidas pelo liberalismo clássico para impedir os oligopólios e monopólios garantindo a competição e também das amarras trabalhistas criadas pelas sociais-democracias para impedir que a vida do trabalhador fosse uma escravidão e infelicidade sem limites.

No principal, propõe derrubada das regulações financeiras, jurídicas e trabalhistas do mercado; privatização generalizada de todas as empresas e atividades do Estado (inclusive saúde, educação, previdência e Forças Armadas) com exceção do judiciário e polícia; austeridade fiscal, que na prática significa que eles querem impedir o Estado de investir e de emitir para emprestar, condenando a atividade de crédito e mesmo de emissão de moeda (através da alavancagem) aos grandes bancos; e, é claro, abertura indiscriminada de mercados para a festa das corporações internacionais.

Esse conjunto de tentativas de assassinato de economias nacionais periféricas ganhou o apelido nos anos 90 de "Consenso de Washington", pois era o espírito do conjunto de recomendações feitas aos países subdesenvolvidos pelo FMI, Banco Mundial e o Tesouro Norte-Americano, uma espécie de cartilha que deveria ser aprofundada pelos países que começavam a entrar em colapso pela armadilha da dívida criada pelo choque de juros altos dos EUA. Como viciados, se tornavam dependentes de mais drogas do FMI (um punhado de dólares) para sobreviver ao colapso de suas moedas nacionais causadas pelo... neoliberalismo.

Assim como um dia Smith, funcionário da Companhia das Índias Ocidentais, primeira corporação da história do mundo, escreveu "A Riqueza das Nações" sob encomenda de seus patrões para justificar a abertura de mercados pelo mundo para eles, o neoliberalismo foi encomendado a Hayek e financiado com Friedman para o novo ciclo do seu verdadeiro nome, que hoje, por causa dele, não pode mais ser pronunciado: COLONIALISMO.

Por: Gustavo Castañon

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Neoliberalismo: exagerado? (tradução)

Finanças e Desenvolvimento




Em vez de gerar crescimento, algumas políticas neoliberais aumentaram a desigualdade, colocando em risco a expansão duradoura
Milton Friedman, em 1982, saudou o Chile como um "milagre econômico". Quase uma década antes, o Chile havia se voltado para políticas que desde então foram amplamente imitadas em todo o mundo. A agenda neoliberal - um rótulo usado mais pelos críticos do que pelos arquitetos das políticas - assenta em duas pranchas principais. O primeiro é o aumento da concorrência - alcançada através da desregulamentação e da abertura de mercados domésticos, incluindo mercados financeiros, à concorrência estrangeira. O segundo é um papel menor para o Estado, alcançado através da privatização e limites à capacidade dos governos de executar déficits fiscais e acumular dívidas.

Há uma forte e generalizada tendência global ao neoliberalismo desde a década de 1980, de acordo com um índice composto que mede até que ponto os países introduziram a concorrência em várias esferas da atividade econômica para promover o crescimento econômico. Conforme mostrado no Gráfico 1, o impulso do Chile começou mais ou menos em 1982, com mudanças políticas subsequentes, aproximando-o ainda mais dos Estados Unidos. Outros países também implementaram constantemente políticas neoliberais.


A expansão do comércio global resgatou milhões da pobreza. O investimento direto estrangeiro tem sido frequentemente uma maneira de transferir tecnologia e conhecimento para as economias em desenvolvimento. A privatização de empresas estatais levou, em muitos casos, a uma prestação de serviços mais eficiente e reduziu a carga fiscal sobre os governos.

No entanto, existem aspectos da agenda neoliberal que não foram cumpridos conforme o esperado. Nossa avaliação da agenda limita-se aos efeitos de duas políticas: remover as restrições ao movimento de capitais através das fronteiras de um país (a chamada liberalização da conta de capital); e consolidação fiscal, às vezes chamada de “austeridade”, que é uma abreviação de políticas para reduzir déficits fiscais e níveis de dívida. Uma avaliação dessas políticas específicas (em vez da ampla agenda neoliberal) chega a três conclusões inquietantes:

• Os benefícios em termos de aumento do crescimento parecem bastante difíceis de estabelecer quando se olha para um amplo grupo de países.

• Os custos em termos de aumento da desigualdade são proeminentes. Tais custos resumem a troca entre os efeitos de crescimento e eqüidade de alguns aspectos da agenda neoliberal.

• O aumento da desigualdade, por sua vez, prejudica o nível e a sustentabilidade do crescimento. Mesmo que o crescimento seja o único ou principal objetivo da agenda neoliberal, os defensores dessa agenda ainda precisam prestar atenção aos efeitos distributivos.

Abrir e fechar?
Como observou Maurice Obstfeld (1998), “a teoria econômica não deixa dúvidas sobre as vantagens potenciais” da liberalização da conta de capital, que também é chamada de abertura financeira. Pode permitir que o mercado de capitais internacional canalize a economia mundial para os usos mais produtivos em todo o mundo. Economias em desenvolvimento com pouco capital podem tomar empréstimos para financiar investimentos, promovendo seu crescimento econômico sem exigir aumentos acentuados em suas próprias economias. Mas Obstfeld também apontou para os "perigos reais" da abertura aos fluxos financeiros estrangeiros e concluiu que "essa dualidade de benefícios e riscos é inevitável no mundo real".

De fato, esse é o caso. A ligação entre abertura financeira e crescimento econômico é complexa. Algumas entradas de capital, como investimento estrangeiro direto - que podem incluir uma transferência de tecnologia ou capital humano - parecem impulsionar o crescimento a longo prazo. Mas o impacto de outros fluxos - como investimento e carteira de carteira e entradas de dívida especialmente quentes ou especulativas - parece não impulsionar o crescimento nem permitir que o país compartilhe melhor os riscos com seus parceiros comerciais (Dell'Ariccia e outros, 2008; Ostry , Prati e Spilimbergo, 2009). Isso sugere que os benefícios de crescimento e compartilhamento de risco dos fluxos de capital dependem de qual tipo de fluxo está sendo considerado; também pode depender da natureza das instituições e políticas de apoio.

Embora os benefícios do crescimento sejam incertos, os custos em termos de maior volatilidade econômica e frequência de crises parecem mais evidentes. Desde 1980, houve cerca de 150 episódios de surtos nos fluxos de capital em mais de 50 economias emergentes; como mostrado no painel esquerdo do gráfico 2, cerca de 20% das vezes, esses episódios terminam em crise financeira e muitas dessas crises estão associadas a grandes quedas de produção (Ghosh, Ostry e Qureshi, 2016).




A difusão de booms e bustos dá crédito à alegação do economista Dani Rodrik, de Harvard, de que estes “dificilmente são uma demonstração lateral ou uma pequena falha nos fluxos internacionais de capital; eles são a história principal. ”Embora existam muitos fatores, o aumento da abertura da conta de capital é sempre um fator de risco nesses ciclos. Além de aumentar as chances de um colapso, a abertura financeira tem efeitos distributivos, aumentando consideravelmente a desigualdade (ver Furceri e Loungani, 2015, para uma discussão sobre os canais pelos quais isso opera). Além disso, os efeitos da abertura na desigualdade são muito maiores quando ocorre um acidente (Quadro 2, painel direito).

As evidências crescentes sobre a alta relação custo-benefício da abertura da conta de capital, particularmente no que diz respeito aos fluxos de curto prazo, levaram o ex-primeiro vice-diretor-gerente do FMI, Stanley Fischer, agora vice-presidente do Federal Reserve Board dos EUA, a exclamam recentemente: “Que finalidade útil é servida pelos fluxos internacionais de capital de curto prazo?” Entre os formuladores de políticas hoje, há uma maior aceitação de controles para limitar os fluxos de dívida de curto prazo que são vistos como suscetíveis de levar a - ou agravar - uma crise financeira . Embora não seja a única ferramenta disponível - a taxa de câmbio e as políticas financeiras também podem ajudar - os controles de capital são uma opção viável, e às vezes a única, quando a fonte de um boom de crédito insustentável é o empréstimo direto do exterior (Ostry e outros, 2012).

Tamanho do estado
Limitar o tamanho do estado é outro aspecto da agenda neoliberal. A privatização de algumas funções do governo é uma maneira de conseguir isso. Outra é restringir os gastos do governo através de limites ao tamanho dos déficits fiscais e à capacidade dos governos de acumular dívidas. A história econômica das últimas décadas oferece muitos exemplos de tais restrições, como o limite de 60% do PIB estabelecido para os países ingressarem na área do euro (um dos chamados critérios de Maastricht).

A teoria econômica fornece pouca orientação sobre o objetivo ideal da dívida pública. Algumas teorias justificam níveis mais altos de dívida (uma vez que a tributação é distorcional) e outras apontam para níveis mais baixos - ou até negativos - (já que choques adversos exigem economia por precaução). Em alguns de seus conselhos sobre política fiscal, o FMI preocupou-se principalmente com o ritmo em que os governos reduzem os déficits e os níveis de dívida após o aumento da dívida nas economias avançadas induzidas pela crise financeira global: muito lento desestimularia os mercados; rápido demais inviabilizaria a recuperação. Mas o FMI também defendeu o pagamento de índices de dívida no médio prazo em um amplo mix de países de mercados avançados e emergentes, principalmente como seguro contra choques futuros.

Mas existe realmente um argumento defensável para países como a Alemanha, o Reino Unido ou os Estados Unidos pagarem a dívida pública? Dois argumentos são geralmente feitos para apoiar o pagamento da dívida em países com amplo espaço fiscal - isto é, em países onde há poucas perspectivas reais de uma crise fiscal. A primeira é que, embora grandes choques adversos como a Grande Depressão da década de 1930 ou a crise financeira global da década passada ocorram raramente, quando ocorrem, é útil ter usado os momentos de silêncio para pagar a dívida. O segundo argumento baseia-se na noção de que uma dívida alta é ruim para o crescimento - e, portanto, para estabelecer uma base sólida para o crescimento, é essencial pagar a dívida.

Certamente é o caso de muitos países (como os do sul da Europa) ter pouca escolha a não ser se envolver na consolidação fiscal, porque os mercados não permitirão que continuem tomando empréstimos. Mas a necessidade de consolidação em alguns países não significa todos os países - pelo menos nesse caso, a cautela sobre "tamanho único" parece completamente justificada. Os mercados geralmente atribuem probabilidades muito baixas de uma crise da dívida a países com um forte histórico de responsabilidade fiscal (Mendoza e Ostry, 2007). Esse histórico lhes dá latitude para decidir não aumentar impostos ou cortar gastos produtivos quando o nível da dívida é alto (Ostry e outros, 2010; Ghosh e outros, 2013). E para países com um histórico sólido, o benefício da redução da dívida, em termos de seguro contra uma futura crise fiscal, acaba sendo notavelmente pequeno, mesmo em níveis muito altos de dívida em relação ao PIB. Por exemplo, passar de uma taxa de endividamento de 120% do PIB para 100% do PIB em alguns anos compra muito pouco o país em termos de risco de crise reduzido (Baldacci e outros, 2011).

Mas, mesmo que o benefício do seguro seja pequeno, pode valer a pena incorrer se o custo for suficientemente baixo. Acontece, no entanto, que o custo pode ser grande - muito maior que o benefício. A razão é que, para chegar a um nível mais baixo de dívida, os impostos que distorcem o comportamento econômico precisam ser aumentados temporariamente ou os gastos produtivos precisam ser cortados - ou ambos. Os custos dos aumentos de impostos ou cortes de despesas necessários para reduzir a dívida podem ser muito maiores do que o risco reduzido de crise gerado pela menor dívida (Ostry, Ghosh).
Texto original:
https://www.imf.org/external/pubs/ft/fandd/2016/06/ostry.htm

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A genética da sexualidade

Tradução do artigo sobre o maior estudo de orientação sexual já realizado.


A genética da orientação sexual
Estudos com gêmeos e outras análises de herança da orientação sexual em humanos, indicaram que o comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo, tem um componente genético. Pesquisas anteriores para os genes específicos envolvidos foram insuficientes, e portanto, incapazes de detectar sinais genéticos. Ganna et al. realizou um estudo de associação em todo o genoma em 493.001 participantes, nos Estados Unidos, Reino Unido e Suécia, para estudar genes associados à orientação sexual (consulte a Perspective by Mills). Eles encontram múltiplos locais implicados no comportamento sexual do mesmo sexo, indicando que, como outras características comportamentais, o comportamento não-heterossexual é poligênico.

INTRODUÇÃO
Nas sociedades humanas e em ambos os sexos, cerca de 2 a 10% dos indivíduos relatam praticar atos sexuais, com parceiros exclusivamente do mesmo sexo, ou com parceiros do sexo oposto. Estudos com gêmeos e famílias mostraram que o comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo é parcialmente influenciado geneticamente, mas pesquisas anteriores dos genes específicos envolvidos foram insuficientes para detectar o tamanho do efeito, para características complexas.

JUSTIFICATIVA
Pela primeira vez, novos conjuntos de dados em larga escala oferecem poder estatístico suficiente para identificar variantes genéticas associadas ao comportamento sexual de pessoas do mesmo sexo. Este estudo estimou a proporção de variação na característica representada, por todas as variantes em conjunto, estimou a correlação genética do comportamento sexual do mesmo sexo, com outras características biológicas e a complexidade da característica. Para esses fins, realizamos análises de descoberta de associações em todo o genoma em 477.522 indivíduos do Reino Unido, Suécia e Estados Unidos, análises de replicação em 15.142 indivíduos dos Estados Unidos e Suécia e análises de acompanhamento usando diferentes aspectos da preferência sexual.

RESULTADOS
Nas amostras de descoberta (UK Biobank e 23andMe), cinco locus autossômicos foram significativamente associados ao comportamento sexual do mesmo sexo. O acompanhamento desses locais sugeriu links para vias biológicas que envolvem regulação e olfação de hormônios sexuais. Três dos locus foram significativos em uma meta-análise de amostras de replicação menores e independentes. Embora apenas alguns locus tenham passado pelas rigorosas correções estatísticas para testes múltiplos em todo o genoma e tenham sido replicados em outras amostras, nossas análises mostram que muitos locus, estão subjacentes ao comportamento sexual do mesmo sexo em ambos os sexos. No total, todas as variantes genéticas testadas foram responsáveis ​​por 8 a 25% da variação no comportamento sexual masculino e feminino, e as influências genéticas foram correlacionadas positiva, mas imperfeitamente entre os sexos [coeficiente de correlação genética (rg) = 0,63; Intervalos de confiança de 95%, 0,48 a 0,78]. Essas influências genéticas agregadas se sobrepõem parcialmente às de várias outras características, incluindo comportamentos externalizantes como tabagismo, uso de maconha, assunção de riscos e o traço de personalidade "abertura à experiência". Análises adicionais sugeriram que comportamento sexual, atração, identidade, e as fantasias são influenciadas por um conjunto semelhante de variantes genéticas (rg> 0,83); no entanto, os efeitos genéticos que diferenciam o comportamento sexual heterossexual do mesmo sexo, não são os mesmos que diferem entre os não-heterossexuais com proporções mais baixas versus mais altas de parceiros do mesmo sexo, o que sugere que não há um continuum único do sexo oposto para a mesma preferência sexual.

CONCLUSÃO
O comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo é influenciado não por um ou poucos genes, mas muitos. A sobreposição com influências genéticas em outras características fornece insights sobre a biologia subjacente do comportamento sexual entre pessoas do mesmo sexo, e a análise de diferentes aspectos da preferência sexual enfatiza sua complexidade e põe em questão a validade de medidas de continuidade bipolar, como a escala de Kinsey. No entanto, muitas incertezas ainda precisam ser exploradas, incluindo, como as influências socioculturais na preferência sexual, podem interagir com influências genéticas. Para ajudar a comunicar nosso estudo ao público em geral, organizamos oficinas nas quais representantes do público, ativista e pesquisadores discutiram a lógica, os resultados e as implicações de nosso estudo.


Artigo original:
https://science.sciencemag.org/content/365/6456/eaat7693.abstract

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Executivo de Banco fala sobre a verdadeira corrupção

O sociólogo Jessé Souza entrevistou representantes da alta classe média, para escrever seu mais recente livro, “A Classe Média no Espelho”, em que traça um perfil do segmento da sociedade que, em grande parte, foi para as ruas protestar durante o governo Dilma Rousseff.
O pretexto era o combate à corrupção, mas se sabe hoje que era uma falácia. A classe média nunca esteve preocupada com a corrupção — se estivesse, estaria protestando pela punição a Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro, flagrados em movimentação milionária atípica.
A mídia prende nossa atenção com a denúncias de corrupção e de qualquer mal uso do dinheiro público. Da prótese dentária ao debatível Fundo Eleitoral. Correto. Mas no contexto em impera a farra dos bancos e dos "investidores" do mercado financeiro em conluio com o Banco Central, investigar apenas a corrupção mais vulgar, serve apenas de distração. São centenas de bilhões por anos desviados para uma pequena parcela abastada da sociedade. Mais de meio trilhão de reais em alguns anos. Farra paga com a nossa aposentadoria, com menos direitos, com a venda de empresas estratégicas, com nossas riquezas naturais... tudo!

Não é culpa só do Bolsonaro ou dos 'golpistas', da direita, mas também dos ditos "governos de esquerda" que governaram o país desde a redemocratização, mas resolveram iludir e comprar o povo com consumo insustentável.

Enquanto os brasileiros não acordarem para isso, sempre seremos uma nação incapaz de alcançar um patamar elevado de desenvolvimento.

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O maior superávit primário da história brasileira.



O ano de maior superávit primário foi em 1994 durante o segundo semestre, o detalhe é que foi ano eleitoral, onde geralmente o gasto público aumenta. 
O Ministro da Fazenda que conseguiu essa façanha foi Ciro Gomes.


Quando o governo gasta mais do que arrecada se tem um déficit, quando arrecada mais do que gasta se tem um superávit. 


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O jogo sujo da Política.



Existe uma blogosfera identificada largamente pela expressão "blog sujo". É possível que algum dia ela tenha se vendido como trabalho jornalístico ou interpretação crítica e alternativa da sociedade, o que definitivamente não vem ao caso. Aos amigos que eventualmente possam dela se valer pra se situarem no debate público, acho que a única resposta cabível é esta: a propaganda serve no máximo como objeto de discussão, nunca como fundamento. Portanto, mais do que se atribuir uma posição esclarecida ou moralmente superior, demostrem na prática ao menos a intenção de ocupá-la. As virtudes aí implicadas devem ser construídas dialeticamente, não são atributos de facções encasteladas e pretensamente imunes ao julgamento público. Caso contrário podem se contentar com o caráter passivo-agressivo fomentado por tais blogs, tomando toda crítica por agressão e respondendo a elas com agressões acríticas. O maior juízo é o histórico, mas este não se dá a revelia de nossas ações...
Leandro Nogueira Dos Reis

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Alguma coisa sobre "NACIONAL-DESENVOLVIMENTISMO"



ALGUMA COISA SOBRE O "NACIONAL-DESENVOLVIMENTISMO"
1. Um "programa nacional-desenvolvimentista", cujos contornos mais gerais Ciro Gomes vem apresentando ao país, é o único, a meu ver, capaz de reunir forças de monta a, no curto prazo, derrotar Bolsonaro, a sua obra, o bolsonarismo, o neoliberalismo e colocar o país no rumo do crescimento econômico autônomo.
2. Um "programa nacional-desenvolvimentista" interessa, em tese, ao pequeno e médio empresário, a amplos setores da classe média, aos assalariados e ao trabalhadores do "mercado informal" - isto é, a setores que, somados, devem atingir algo em torno de 80% da população brasileira.
3. Para mim está claro, não há outra opção: ou é um programa deste perfil, ou é a "ruptura socialista", que não mobiliza, pelo menos até onde a vista alcança, ninguém fora da nossa “bolha”.
4. Ou é deixar tudo como está..., isto é:
5. O PT com o seu "Lula livre"...
6. O Psol, com o seu sempre simpático papel de ombusdman dos legislativos e guarda-chuva para as lutas identitárias...
7. E a ultraesquerda com sua pregação para convertidos.
8. Muita gente boa de esquerda critica o "programa nacional-desenvolvimentista", a meu ver pelo lado errado. Dizem que não há uma burguesia nacional para conduzir o processo, como manda o figurino da sociologia acadêmica "uspiana".
9. Sem burguesia nacional, sem "nacional-desenvolvimentismo"? Esta crítica padece, a meu ver, de "sociologismo". Senão, vejamos... Por que, diabos, um "programa nacional-desenvolvimentista" necessita, como condição de possibilidade, de uma burguesia nacional?
10. Ora um programa capaz de interessar, em tese, a 80% da população é potencialmente forte o suficiente para desencadear um amplo movimento político, cujas contradições,, quando tornadas irreversíveis, podem e devem ser resolvidas à esquerda.
11. Em 1964, as contradições do "programa nacional-desenvolvimentista" foram resolvidas à direita, mas poderiam ter sido resolvidas à esquerda. Não havia nenhuma “lei da história” que vetasse, liminarmente, esta possibilidade.
12. Para derrotarmos Bolsonaro, a sua obra, o bolsonarismo e o neoliberalismo precisamos mobilizar milhões de brasileiros. E esta mobilização só é possível, estou certo, mediante um programa político que atenda aos interesses de amplas camadas sociais, e coloque o país no rumo do crescimento econômico autônomo.
13. Para mim este programa só pode ser, nas atuais condições, me parece óbvio, de caráter “nacional-desenvolvimentista”... Ou o povo abraça um programa de luta, ou não sairemos do buraco que nos encontramos e que só faz se aprofundar. (A ausência de uma burguesia nacional, como pretendem os “sociologistas”, em nada impede a construção e a viabilização deste programa.)
14. Ou propomos um programa capaz de interessar milhões de pessoas, ou continuaremos vivendo da lacração nas redes sociais e/ou dos slogans dos doutrinários e dos identitários.
15. Ciro conquistou, na prática, de modo inquestionável, me parece, a liderança deste processo. Nildo Ouriques, a meu ver, vem trabalhando, nos limites das possibilidades daqueles que estão engajados na “Revolução brasileira”, para reunir forças para, quando o "nacional-desenvolvimentismo" for atravessado por contradições insolúveis, podermos ter, desta vez, uma resolução à esquerda.

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Bolsonaristas se decepcionam com Aras



Esse Governo é surpreendente...! está conseguindo ser muito pior do que as expectativas.


Se Birulilo está pedindo para seus eleitores apagarem as críticas a ele no Facebook, é porque o bagulho tá feio mesmo.

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Bolsonaro e a Globo

Birulilo é mesmo uma criatura muito estranha.
Ele decorou toda a matéria do jornal o Globo de 64 apoiando o Golpe, matéria essa que ele usa como justificativa pra afirmar que não ouve Golpe, mas fica dizendo o tempo todo que a Globo vive mentindo sobre ele.
Vai entender cabeça de doido!

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Felipe Neto e o beijo gay




"E eu achando que meu filho estava perdendo tempo assistindo o Felipe Neto... vou assistir também."

Autor desconhecido

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Bolsonaro e a Globo.



Birulilo é mesmo uma criatura muito estranha.
Ele decorou toda a matéria do jornal o Globo de 64 apoiando o Golpe, matéria essa que ele usa como justificativa pra afirmar que não ouve Golpe, mas fica dizendo o tempo todo que a Globo vive mentindo sobre ele.
Vai entender cabeça de doido!

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Amor à profissão.




INTRODUÇÃO

No contexto contemporâneo é notória a relevância que o trabalho tem na vida das pessoas, a sociedade é movida, de forma basilar, por meio da construção da produtividade em decorrência da atividade laboral. As transformações ocorridas no século XIX e início do século XX, trouxeram uma dinamicidade diferenciada na relação entre trabalho e o homem, as distintas formas de organização do trabalho, acarretaram em mudanças na subjetividade do trabalhador, subjetividade essa que muitas vezes foi haurida diante da demanda pela produtividade. 
Apesar do desgaste que o trabalho proporciona, é por meio dele que o indivíduo constitui a sua identidade e ratifica a sua presença no mundo. É muito comum quando o sujeito se apresenta à sociedade, informa seu nome e em seguida é apresentada a sua profissão. Isso dimensiona a posição na qual esse sujeito vai se colocar diante das relações interpessoais e a marca que ele vai imprimir no seu meio. 
Destarte, a profissão é um meio pela qual o trabalho é realizado, é a organização instituída do trabalho, a palavra trabalho deriva do latim tripalium que era um instrumento de tortura constituída por três paus.
Partindo dessa premissa, trabalhar, à luz da sua etiologia, traz um sentido de ser torturado. A partir dessa conceituação, pode-se lançar a seguinte problemática:  é possível amar o trabalho por meio de escolha de uma profissão, mesmo com as adversidades que essa profissão pode trazer? 
O fato é que é possível amar uma profissão, apesar das intempéries, inclusive o amor pela profissão pressupõe encontrar um sentido nessa profissão, por mais que haja as dificuldades inerentes em qualquer profissão.  
Apesar da concepção que o trabalho, em sua etiologia, deriva do sofrimento, com o passar do tempo, seu conceito foi sofrendo alteração, não estando atrelado à tortura em si, como era relacionado a aplicação da força física para a produção, que eram realizadas por trabalhadores como os artesãos, pedreiros, agricultores dentre outros, passando a ganhar novas nuances com o passar do tempo, passando a assumir uma dimensão mais generalista, e atualmente é concebido como a aplicação dos talentos, das habilidades e competências humanas para o atingimento determinadas finalidades. 
 A escolha de uma profissão é tão relevante que vários são os setores da sociedade que pressionam a pessoa na escolha de uma profissão. A escola e a educação, por exemplo, já são orientadas para que o jovem estude no sentido de formar pessoas para a escolha da sua profissão, e para o seu trabalho. Na família, há uma pressão para que o jovem, adolescente escolha logo a sua profissão.
Apesar dessas pressões, não há como negar que é no mundo do trabalho que a pessoa tem a capacidade de se desenvolver, de se realizar, de se tornar um ser ativo apesar das adversidades, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade de forma mais justa.

DESENVOLVIMENTO 

As pressões em decorrência de um mundo que está cada vez mais competitivo, capitalista, fazem com que as organizações se posicionem de forma a responder as demandas de diversas ordens. Diante disso, se faz necessário que o profissional tenha estratégias e elementos para lidar com essas adversidades do cotidiano laboral, e uma delas, é fundamental, e que é evidenciada aqui no âmago dessa discussão: o amor ao trabalho.  
Se de um lado, há discussões e críticas em relação a isso, que nem sempre é possível amar o trabalho dentro de um contexto onde relações de trabalho estão cada vez mais competitivas, e que nem sempre é possível amar a profissão, tendo em vista que para muitos, a profissão escolhida foi a única possibilidade de escolha, entretanto outros tem como fazer um percurso diferente, onde a escolha da profissão foi realizada com base no Amor à profissão. 
Antes de tudo, é necessário compreender a etiologia da palavra Amor, embora não se tenha uma conceituação fechada acerca do seu conceito, os filósofos já abordavam acerca dessa temática trazendo vários modelos explicativos para dar conta de sistematizar algo tão abstrato e tão íntimo da natureza humana que é o amor. 
 Segundo o Aurélio (2018) o Amor é: “Coisa que é objeto desse entusiasmo ou interesse”; “Entusiasmo ou grande interesse por algo”; “Coisa que é objeto desse entusiasmo ou interesse”. 
 Logo, o amor é um sentimento de afeição, afeto, orientado à algum objeto, na qual instiga o interesse da pessoa. 
Já a palavra profissão, deriva do latim professio: declaração, exercício. Para Veiga, Araújo e Kapuziniak (2005, p. 25) “a profissão é um ato específico e complexo, e diz respeito a um grupo especializado, competente. Nesse sentido, um grupo profissional é formado por pessoas que se mantem unidas por uma identidade ética e por uma ética comum. ” 
Assim, a profissão pode ser considerada uma atividade que requer conhecimentos técnicos especializados, ou pode depender de habilidades e competências, uma profissão está associada a uma ocupação, ou seja, uma atividade que visa a produtividade do indivíduo, onde ele a realiza dentro do contexto onde está inserido. 
A dinâmica da atividade laboral, com o avanço tecnológico por um lado auxiliou, sistematizou o trabalho e minimizou custo, e aumentou a produtividade, flexibilizou a informação à comunicação e ficou mais próximo do cliente, de um outro lado, essa mesma tecnologia faz com que as pessoas tenham uma nova forma de relacionamento com o seu trabalho, expandindo até a sua atividade laboral para sua vida. Dentro desse viés pode-se entender o amor pela profissão surge como uma possibilidade de lidar com essa diversidade de uma maneira mais adequada permitindo ao sujeito à profissional harmonização em relação ao sofrimento e o desprazer que é do próprio trabalho.
O trabalho vai fazer com que o indivíduo consiga ressignificar as suas atividades fazendo com que ele se posicione de maneira mais assertiva as situações e adversidades que a sua profissão pode trazer. Se para uns amar a profissão é algo utópico e o tanto que é ilusório, para outros é a partir do Amor à profissão que o trabalho pode ser realizado de uma forma plena, onde a pessoa pode colocar na sua profissão toda a sua expectativa, o seu sentido no fazer da sua atividade. 
Sabe-se que é por meio do trabalho, da profissão, que a pessoa exerce dentro das dinâmicas organizacionais, empresariais ou qualquer outro contexto laborativo,  que a produtividade é possível,  e outra questão que surge é como é possível empreender o amor em algo tão técnico, mecanicista e que demanda do profissional, muitas vezes, estresse, ansiedades e medos,  ou seja, como é possível trazer algo tão abstrato (amor) para algo tão  pragmático (profissão),  a resposta para isso pode ser compreendida a partir do momento que essa tecnicidade pode ser melhor realizada a partir do amor que nele é empreendido. 
O amor à profissão tem sido cada vez mais na contemporaneidade sendo um tema de destaque inclusive, muito se tem avançado nas orientações profissionais para que os indivíduos escolham, o melhor sua profissão de acordo com as suas aptidões ou orientações, pois acredita-se que a partir do momento que essa escolha é assertiva maiores e melhores são as possibilidades de profissional que mais eficiente. 
Ter o amor e o prazer pelo trabalho é compreendido como fundamental e essencial para que os profissionais busquem o seu aprimoramento, seu crescimento, sua ascensão ou até mesmo tenha a sua capacidade de autorrealização.
Embora, para Marques (2017), o amor não deve ser considerado, uma via una para escolher uma profissão, ele entende que “fazer aquilo que se gosta é importante. Ter amor ao trabalho, porém, não é o suficiente para guiar a sua carreira. É preciso levar em conta outros fatores na hora de escolher uma carreira profissional.” 
Ainda segundo o autor, para além dessas afinidades com uma profissão é necessário que se avalie as competências e habilidades assim como o potencial que eventualmente a pessoa precisará desenvolver para crescer na carreira escolhida, nem sempre o amor à profissão vai ser o elemento chave e fundamental para sustentar a pessoa na carreira que ela escolheu. “Além das afinidades com a possível carreira, é preciso avaliar as habilidades que você tem para desempenhar as funções existentes na profissão, assim como seu potencial para desenvolver as habilidades necessárias para que você cresça e se destaque nesta carreira”. 
Passadori (2012) afirma que “metade do tempo de nossas vidas é dedicada ao trabalho. Por meio dele temos a chance de nos realizarmos e darmos a nossa contribuição para fazer do mundo um lugar melhor [...]”. 
Escolher a profissão, por amor, é fundamental, mas claro que se faz necessário avaliar as variáveis, antes de tomar uma decisão por uma profissão, ou até mesmo, mudar de profissão. Uma profissão praticada com amor, é fruto de uma decisão racional por parte do profissional, a grande questão é saber equilibrar o amor à profissão e os demais fatores que vão impactar diretamente no seu cotidiano e até mesmo, o amor pode ajudar o profissional a passar por cima das adversidades, adquirindo resiliência.

CONCLUSÃO

As transformações ocorridas nos últimos séculos trouxeram mudanças significativas e expressivas nas formas como as pessoas lidam com o seu trabalho e com a sua profissão. Se antes, havia uma visão mais técnica do trabalho e a profissão era uma obrigação, atualmente essa concepção muda, trazendo a afetividade para o campo do trabalho. 
Dessa forma, o amor passou a ser discutido, dentro de uma linha controversa, embora ainda se coadune que é amor é importante e fundamental para que o profissional consiga se destacar dentro do seu trabalho. É comum que muitos profissionais, atualmente não estejam satisfeitos na sua área de atuação e a insatisfação com a sua profissão das traz uma série de repercussões negativas seja para o próprio profissional combinando e a doença psicossomáticos seja para a produtividade da organização.
Um profissional que não está satisfeito, e que principalmente não ame a sua profissão, pode ou tende a não ser tão produtivo, quanto alguém que empreende motivações, amor e afeto para o com seu trabalho, a partir do momento que o profissional tem no seu trabalho o sentido para o fazer a sua identidade, a sua constituição da personalidade e a forma como ele vai ser estabelecer com os outros, por meio da afetividade da colaboração, e de prestar o melhor serviço à sociedade, mais produtivo será.

REFERENCIAS 

AURÉLIO. Dicionário do Aurélio Online 2018. Disponível em: . Acesso em: 28 de Mar 2019.

MARQUES, José Roberto. Afinal, ter amor ao trabalho é o suficiente para guiar a minha carreira? Disponível em: https://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching-carreira/amor-trabalho-suficiente-guiar-carreira/ > Acesso em 28 de mar. de 2019. 

PASSADORI, Reinaldo. Amor à profissão. 2012. Disponível em : < https://www.catho.com.br/carreira-sucesso/colunistas/reinaldo-passadori/amor-a-profissao/ > Acesso em 28 de mar. de 2019. 

VEIGA, I. P. A.; ARAÚJO, J. C. S.; KAPUZINIAK, C. C. Docência: uma construção ética. São Paulo: Papirus, 2005.

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Dicas para mudar de profissão



Quer mudar de emprego? 5 fatores para levar em conta.

Os números em relação ao desemprego crescem cada vez mais, estima-se que atualmente cerca de 13,7 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil. O mercado de trabalho está cada vez mais exigente, o perfil do profissional moderno também passou por reformulações e as empresas se reinventam a todo tempo, buscando no mercado, os melhores profissionais. O que torna a decisão de mudança mais difícil. As organizações exigem profissionais flexíveis, qualificados e que tenham boa capacidade de relacionamento. 
Então, nesse momento de transição em que você está em busca de novas oportunidades, é importante que fique claro quais são os fatores que estão fazendo com que você queira mudar de emprego, uma análise clara da situação atual onde se encontra e aonde pretende chegar, permite com que tenhas clareza no momento de ir em busca de novas oportunidades. 
E para isso vamos te ajudar...elencamos aqui 5 fatores a considerar para mudar de emprego:

A busca do autoconhecimento e Objetivo profissional
Antes de qualquer fator para mudar de emprego, é fundamental que tenha claro quais são seus planos, expectativas, suas metas a curto, médio e longo prazo. O ideal é que tenha claro aonde pretende chegar na sua carreira profissional em cinco anos. Nossa vida é muito complexa e qualquer caminho não serve! Busque o autoconhecimento, preste atenção em si, é uma premissa básica para qualquer tomada de decisão. Depois disso, liste as vantagens e desvantagens da mudança e avalie. Isso vai te ajudar na hora de decidir.
Veja os Salários e Benefícios
O dinheiro é sem dúvidas um fator relevante, mas isso depende a até que ponto ele está atrelado as suas motivações e expectativas. Trabalhar apenas pelo dinheiro, a longo prazo pode não te manter motivado com o trabalho, afetando a sua produtividade. 
Às vezes é necessário dar um passinho para trás (ganhar menos) quando a oportunidade é aquela que te move! Mas outros fatores também devem ser considerados, como os benefícios e carga horária de trabalho.

Veja a Localização e Itinerário
Se o local de trabalho for muito longe deve ver até ponto a localização impacta, se você usa carro deverá analisar os custos com a gasolina se a empresa não oferecer ajuda de custo para locomoção, além disso avaliar se o trajeto tem muito engarrafamento. Caso esteja buscando mudar de emprego por causa da qualidade de vida a distância sem dúvidas deve ser considerado. Um ambiente de trabalho perto pode trazer bem mais conforto.
As possibilidades de Crescimento:
Se sua motivação for busca de ascensão profissional, e você está sempre buscando estudar, é fundamental que pesquise bem a nova empresa na qual possui interesse em ingressar. Assim como na entrevista de emprego a empresa busca o máximo de informações acerca do candidato, o contrário também deve acontecer. Portanto, avalie bem a oportunidade, veja se a empresa tem um plano de carreira estruturado e busque informações sobre os programas de crescimento.
Em tempo de crise econômica, instabilidade financeira, mudar de carreira não é uma decisão tão simples, mas ela pode ser tomada em um momento de muita clareza e de forma consciente. Todo ambiente de trabalho terá seus desafios, e estar em uma empresa que está ao encontro dos seus valores é fundamental para que você tenha qualidade de vida.
Não existe emprego perfeito, mas certamente aquele que apesar das adversidades, ainda te manterá motivado!


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A tecnologia como ferramenta indispensável para a prática pedagógica.




A tecnologia como ferramenta indispensável, para a prática pedagógica.

Palavras chave: tecnologia educacional, interdisciplinaridade, ensino, aprendizagem. Educação a distância (EaD).

1.0 - Introdução
A tecnologia deve fazer parte do plano pedagógico de todas as instituições de ensino. Atualmente os recursos tecnológicos estão em todas as situações de nossas vidas e nas escolas não pode ser diferente. No entanto, é necessário que este avanço seja aperfeiçoado sempre e, principalmente, que os educadores estejam capacitados a desenvolver projetos agregadores a partir do uso da tecnologia, como suporte para as práticas pedagógicas.
Ao partirmos da premissa de que a tecnologia educacional está inserida no âmbito da educação, é necessário esclarecer que ela precisa sofrer um processo de adaptação ao modelo pedagógico vigente, assim como os profissionais da educação precisam se qualificar, para saber manejar as ferramentas tecnológicas, voltadas para a prática pedagógica.
2.0 - Objetivo
O objetivo desse artigo é apresentar os principais conceitos de tecnologia educacional e esclarecer alguns conceitos envolvendo a natureza e o papel da tecnologia, como ferramenta indispensável para a educação.
3.0 – Material e Método

A metodologia utilizada para fazer a pesquisa do tema foi a bibliográfica. Foram usados como base para a elaboração do resumo; revistas científicas, artigos científicos de profissionais renomados na área de tecnologia educacional como: Ana Beatriz Gomes Carvalho, além de documentários, páginas oficiais do Governo e demais sites que tratam do tema.  Por fim, esclarecemos que esta pesquisa tem a intenção de se constituir em um instrumento de reflexão. Não pretendemos ser conclusivos, ou colocar um ponto final nesta abordagem, até porque isso não seria possível, diante de tantas questões que foram surgindo durante essa caminhada. Vislumbramos, sim, novas investigações acerca dessa temática tão instigante.

4.0 – Resultado e discussões.
Das inúmeras ferramentas disponíveis no âmbito da tecnologia educacional, as que compõem o AVA, permitem experiências de ensino e aprendizagem diferentes das presenciais, mas não garantem, por si só, essa diferenciação. Nesse aspecto, o papel do Tutor como mediador é fundamental para que isso ocorra. Além disso, a forma de interação dos alunos no ambiente também é determinante para que o trabalho se configure como uma experiência educacional de qualidade. Assim, compete ao aluno a compreensão de que ele não faz mais parte de um modelo que recebe o conhecimento pronto, mastigado, orientado; mas que, em si mesmo, ele é o próprio construtor do seu conhecimento, cujo desafio é a percepção necessária da própria autonomia, da autodeterminação e da autodisciplina.
5.0 – Conclusão
As tecnologias voltadas para a prática pedagógica, quando bem utilizadas, podem trazer inúmeros benefícios para o ensino e a aprendizagem. Entretanto, não basta apenas utilizá-las de qualquer forma, sem considerar a necessidade de colocar em prática o que foi aprendido através das ferramentas pedagógicas. É preciso considerar as novas tecnologias como essenciais no âmbito escolar, tanto para quem ensina, como para que estão aprendendo a utilizá-las, tornando claro qual o papel da tecnologia, diante do compromisso com a educação e com a qualidade do ensino, e por sua vez atrelados às transformações sociais cotidianas. Seja qual for o grau de ensino, as escolas precisam acordar e incorporar os novos movimentos voltados para a tecnologia educacional em seus cursos ou ficarão estagnadas e condenadas à obsolescência.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALONSO, Ángel San Martín. 1998. O método e as decisões sobre os meios didáticos. In: SANCHO, J.M. (Org.). Para Uma Tecnologia Educacional Porto Alegre.
CARRAHER, David W. 1992. O papel do computador na aprendizagem. Revista Acesso 3, n.5, p.21-30, jan.1992. 
MORAN, José Manuel. 1998. Internet no ensino universitário: pesquisa e comunicação na sala de aula. Interface - Comunicação, Saúde, Educação n.3, ago.1998. 
SANCHO, Juana A. 1998. Tecnologia: Um Modo de Transformar o Mundo Carregado de Ambivalência. In: SANCHO, J.M. (Org.). Para Uma Tecnologia Educacional Porto Alegre: Artes Médicas.
VALENTE, José A. 1993. Diferentes usos do computador na Educação. Em Aberto Brasília, 12, n.57, p.3-16, jan/mar.1993
STRUCHINER, Miriam, REZENDE, Flavia, RICCIARDI, Regina M. V., CARVALHO, Maria Alice P. de. 1998. Elementos Fundamentais para o desenvolvimento de ambientes construtivistas de aprendizagem a distância. Tecnologia Educacional v.26, n.142, p.3 11, jul/ago/set.1998. 



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